Álcool e direção não combinam — e a legislação brasileira reflete isso com uma tolerância praticamente zero. Mesmo pequenas quantidades de bebida afetam o que o motorista mais precisa: reflexos, coordenação e julgamento.
O que o álcool faz ao volante
- Reduz os reflexos: o tempo de reação aumenta, atrasando frenagens e desvios.
- Compromete o julgamento: o motorista tende a se arriscar mais e a superestimar a própria capacidade.
- Afeta a coordenação e a visão: a percepção de distância e velocidade fica prejudicada.
- Causa sonolência: some ao cansaço e o risco dispara.
As consequências
Além do altíssimo risco de acidente, dirigir sob efeito de álcool é infração gravíssima, com multa multiplicada, suspensão do direito de dirigir e, dependendo do caso, consequências criminais. Mas a penalidade é o menor dos problemas diante do risco de tirar a própria vida ou a de outra pessoa.
Como se prevenir
Se for beber, combine o transporte antes: um motorista da rodada que não bebe, transporte por aplicativo, táxi ou transporte público. Planejar a volta com antecedência é a forma mais simples e segura de não se ver diante da tentação de "dirigir só até em casa".
Regra simples
Bebeu, não dirige. Não existe quantidade "segura" de álcool para quem vai pegar o volante.