A sinalização é a linguagem comum de todos os motoristas. Conhecê-la é a base da segurança no trânsito — tanto nas cidades quanto nas rodovias. Ela se divide em placas (sinalização vertical), marcas no piso (horizontal) e semáforos.
As três categorias de placas
Placas de regulamentação
Impõem obrigações, proibições ou restrições. Geralmente são circulares, de fundo branco e borda vermelha (ou vermelhas, como o "PARE" e a "Dê a preferência"). Desobedecê-las é infração. Exemplos: limite de velocidade, proibido estacionar, sentido proibido.
Placas de advertência
Avisam sobre perigos ou mudanças na via à frente. Em geral são amarelas, em formato de losango, com símbolos pretos. Exemplos: curva acentuada, lombada, pista escorregadia, animais na pista, obras. Quando você vê uma, reduza e redobre a atenção.
Placas de indicação
Fornecem informações úteis: direções, distâncias, nomes de cidades, serviços e pontos turísticos. Ajudam na orientação, mas não impõem obrigação.
Marcas no piso
As linhas e símbolos pintados no asfalto organizam o tráfego. A faixa contínua proíbe ultrapassagem e mudança de faixa; a faixa tracejada permite, com segurança. Há ainda marcas de canalização, faixas de pedestres e símbolos que reforçam a sinalização vertical.
Semáforos
Controlam a passagem em cruzamentos: vermelho manda parar, amarelo indica atenção (a fase está terminando) e verde libera, sempre com atenção aos pedestres e ao fluxo. Avançar o sinal vermelho é infração grave e uma das principais causas de colisões em cruzamentos.
Sinalização de obras tem prioridade
Em trechos de obras ou acidentes, cones, cavaletes e sinalização temporária valem mais do que a sinalização permanente. Reduza a velocidade sempre que encontrá-los.